Rita rabuda sentando no Pau

Rita rabuda sentando no Pau

Rita rabuda sentando no Pau

Perguntou se poderia me ver em outras circunstâncias e eu disse a ele que era melhor não.

Deixa que eu pinto, estou aqui prá isso.

Eu sempre fui estiloso, o que meio que entregava a minha homossexualidade, mesmo que eu tenha demorado a perceber que eu era gay. Dei uma mordidinha na sua orelha e disse: “eu posso te proporcionar muito mais prazer do que so uma siririca… posso te chupar todinha ate vc gozar… vc quer?” Era uma grande sacanagem o que eu estava fazendo com ela! Logico que ela queria e que nao teria coragem de me pedir! Mas eu tinha que faze-la se libertar dessa prisao que ela vivia, por isso comecei uma especie de tortura… comecei a estimular, bem devagar, o seu clitoris com a ponta do dedo indicador e perguntava: “vc quer, Anne??” Como ela nao me respondia continuamos com esse ritual algum tempo.

LEVOU-ME PARA UM RESTAURANTE QUE FICAVA NUMA ÁREA DE CAIS, RECENTEMENTE REVITALIZADA.

Eu nunca tinha passado pela minha cabeça ter um relacionamento com um jovem. Depois de a deixar totalmente excitada e gemendo bem alto a fez enfim sentar e eu estava na posição perfeita para ver aquela linda bunda sentando com força numa rola enorme o meu pau latejava vendo aquilo, minha esposa santinha é uma vadia maravilhosa.

E vi Anastásia de costas vestindo seu vestidinho curto. entrei no carro, mas antes que ele desse a partida pedi que esperasse um pouco, preferi ir no banco da frente, pra ver melhor o caminho, disse.

O namorado de Amanda se chamava Marcos, era um rapaz normal em termos de aparência, sendo seu principal atrativo a simpatia e a constante alegria.

-Ahhhhhh – Foi tudo o que ele conseguiu dizer no momento, e assim que recuperou o fôlego me chamou novamente de puta e repetia sem parar :– Aí que delícia, vai rebola mais, sua puta rabuda, vai, vai, isso, rebola essa buceta no meu pau vai. Usava um minivestido e fez a surpresa para o namorado, foi sem sutiã e sem calcinha, mas ele só ficou sabendo disso quando ficaram a sós.

Depois de um tempo a dor foi diminuindo a ponto de se tornar suportável.