Rabuda dessa negra cavalona

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Rabuda dessa negra cavalona

Continuei saindo com a gordinha japa (vou chamá-la de Aline) e em todas eu comia ela e ela me comia com o pênis portátil dela, até que um dia ela me fez uma proposta.

Cada vez que o caralhão a estocava mais fundo, ela soltava um berro. -Ahhhhhh – Foi tudo o que ele conseguiu dizer no momento, e assim que recuperou o fôlego me chamou novamente de puta e repetia sem parar :– Aí que delícia, vai rebola mais, sua puta rabuda, vai, vai, isso, rebola essa buceta no meu pau vai.

Um atendente tirou nossos pedidos, uma caipirinha de vodka para relaxar e acalmar a ansiedade, aproveitei para perguntar como funcionava a casa, ele perguntou se era nossa primeira vez, e disse que logo apresentariam todos os espaços e regras de funcionamento/comportamento.

para quem mora ou já esteve em Natal sabe onde fica essa avenida,pois liga os bairros a famosa praia de ponta negra e a via costeira,reduto hoteleiro da capital potiguar.

”Fiz meu papel caminhando de 4 até ele, rodiei minha presa como uma leoa, cheirando dando mordidinhas em suas pernas deixei ele me observar e me aproximei lentamente do seu pau, minha boca se encheu d’agua,devia ter uns 22 cm ou mais era grosso e suculento comecei a beijar e acariciar e fui aumentando minha selvageria aos poucos dentro de instantes eu devorava aquele mastro por inteiro me alternando entre suas bolas e seu pau, Anita observava tudo sentada noutro canto do quarto, explorei cada pedacinho daquele macho. Certo dia estávamos brincando e João como sempre só observando, acabou a brincadeira e os meninos saíram para suas casa e fiquei sozinho sentado na calçada batendo papo inocentemente com o João. Fiquei ali me masturbando na frente dele, até que ele começou a acariciar seu pau por debaixo da toalha, e eu vi o volume aumentando, comecei a ficar excitado e acho que felipe percebeu que eu olhava mais pra seu pau do o que pro filme. – Poxa, tio, foi só dessa vez…tava experimentando… – retrucou Luiz Paulo.